Oito pessoas acusadas de participar de um esquema de adulteração de leite em Santa Catarina, detidas em agosto durante aOperação Leite Adulterado 2 e posteriormente liberadas, foram presas novamente nesta semana, informou ontem (11) o Ministério Público (MP) de Santa Catarina.leite Eles foram presos ontem (10) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do município catarinense de Chapecó. O foco da Operação Leite Adulterado 2 está em uma empresa com sede em Mondaí, no oeste catarinense. O promotor da comarca da cidade, Fabrício Weiblen, explicou que o MP pediu que o Tribunal de Justiça de Santa Catarina mantivesse as prisões por entender que havia risco de os suspeitos interferirem na produção de provas e depoimentos. As investigações, que começaram em abril, abrangem empresas de laticínios, unidades resfriadoras e transportadoras de leite do oeste de Santa Catarina. De acordo com o MP, a suspeita é que funcionários e empresários estejam adulterando leite destinado ao consumo humano, tornando-o nocivo à saúde ou reduzindo seu valor nutricional. “Pelo que se apurou, eles estavam adicionando soda cáustica, água oxigenada e álcool ao leite”, informou Weiblen. Segundo o promotor, o leite chegou a ser comercializado. “Além de o leite ser vendido em Santa Catarina, foi comercializado no Paraná, em São Paulo e no Rio Grande do Sul”, acrescentou o promotor. O promotor disse que não pode informar o nome da empresa investigada, porque os trabalhos ainda não foram concluídos. Fonte: Agência Brasil

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